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  • Degase realiza assinatura simbólica da carteira de trabalho de 75 socioeducandos

    22/05/2019

    Por Ascom Degase

    Foi realizada nesta segunda-feira (20/05), no campus da Coordenação de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Cecel) do Degase, na Ilha do Governador, a assinatura simbólica de 75 socioeducandos do sistema socioeducativo do Rio, por meio do Programa Jovem Aprendiz, que auxilia o ingresso de jovens no mercado de trabalho.

    Um dos grandes diferenciais que o programa está trazendo em 2019 será a temática das formações, que agora oferecerão oportunidades na área de Teatro, Arte e Cultura, com cursos de Assistente de Produção, Apresentador de Eventos, Dança, DJ e MC.

    O coordenador da Cecel, George Fox, e a diretora de profissionalização, Mirtes Bandeira, apresentaram um pouco de como será o projeto no Degase. Depois, a palavra foi dada à juíza titular da Vara da Infância e Juventude da Capital, Lúcia Glioche, que em nome do Tribunal de Justiça do Rio ressaltou a importância da oportunidade que o adolescente está tendo e a necessidade da valorização de frequentar a escola e o programa. Destacou o empenho do auditor fiscal da Superintendência do Trabalho-RJ, Ramon dos Santos, que coordena o Programa de Aprendizagem no Estado do Rio. O responsável direto por firmar as parcerias entre o programa e as empresas contratantes também agradeceu aos envolvidos.

    - Quero agradecer a todos que estiveram envolvidos para que esse projeto de 2019 pudesse reiniciar, digamos, de forma repaginada: à doutora Lúcia Glioche, parceira do projeto desde seu início, à equipe da Cecel, pelo empenho e dedicação, e às duas empresas que se propuseram a participar desse projeto, a Nova Rio e a Singular – disse o auditor, acrescentando que se o projeto desse ano for um sucesso, será mais fácil convencer novas empresas a se juntarem às empresas contratantes. Outra empresa envolvida no projeto, como instituição formadora, é a Camp Mangueira.

    O contrato com os adolescentes é de 12 meses, dividido em módulos de dois meses. Se houver desistência ou o adolescente receber progressão na medida socioeducativa e for desligado do programa, outras vagas (de dez em dez) serão ofertadas para completar o quadro de adolescentes envolvidos.  

    O diretor-geral do Degase, André Monteiro, também destacou o quanto é importante para o departamento esse tipo de programa para o desenvolvimento e ressocialização dos jovens internos. 

     

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