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  • Pró-Fórum de Atenção às Famílias no Degase acontece na ESGSE

    15/02/2019

    Por Ascom Degase 

    Nesta quinta-feira (14/02), a Coordenação de Saúde Integral e Reinserção Social (CSIRS) do Degase, por meio das Divisões de Psicologia e do Serviço Social, promoveu mais um Pró-Fórum de Atenção às Famílias no Degase, que teve como tema “Fale de mim comigo”.

    O evento, que aconteceu durante o período da manhã, lotou o auditório da Escola de Gestão Socioeducativa (ESGSE) Paulo Freire, no campus da Cecel, na Ilha do Governador,  e teve como objetivo dar continuidade ao Fórum de Atenção às Famílias, realizado com novembro de 2018, além de oficializar o Fórum Permanente como ferramenta de implantação do Programa de Atenção às Famílias no Degase.

    A mesa de abertura do Pró-Fórum foi composta pelo diretor geral do Degase, André Monteiro; a coordenadora da CSIRS, Christiane da Mota Zeitoune; a diretora da Divisão de Serviço Social, Leila Mayworm Costa; a diretora da Escola de Gestão Socioeducativa (ESGSE), Bianca Veloso; a diretora da Divisão de Pedagogia, Roberta Ramalho e uma representante das mães e familiares dos jovens que cumprem medidas socioeducativas.

    Na sequência, a assistente social do Degase, Talita Figueiredo e Sandra Santos, fundadora da Casa Mãe e Familiares/CAI Baixada, realizaram um breve histórico do trabalho com as famílias, seguido da apresentação da assessora da Subdireção Geral, Eliana Lobo e da diretora da Divisão de Serviço Social, Leila Mayworm Costa, que explicaram como aconteceu a implantação do Programa, que teve início com o GT Família, estabelecido desde 2015. Diante da relevância da implementação das propostas sugeridas pelo grupo e as metas institucionais relativas à atenção as famílias, em setembro de 2018 foi publicada em D.O. a Portaria Degase Nº546, que instituiu a Comissão de Implantação do Programa de Atenção às Famílias do Degase e o Núcleo de Atenção às Famílias (Nuaf/Degase), composto por representantes das áreas de saúde, educação, administração e segurança.

    O subdiretor geral, Leandro Torres, também foi convidado para dar sua contribuição sobre o tema, quando afirmou:

    - O trabalho com as famílias é de suma importância para a socioeducação. Nossos esforços agora estão voltados para conseguirmos um espaço de acolhimento e atendimento às famílias, da forma como elas merecem – pontuou o subdiretor.

    Já a psicóloga e membro do Nuaf, Vanda Vasconcelos, defendeu que a equipe de referência no trabalho com as famílias é essencial para que os resultados sejam efetivos e de qualidade.

    Logo após, foram chamadas a diretora adjunta do Centro de Socioeducação Dom Bosco (Cense Dom Bosco), Rejane Dias, e a psicóloga do CAI Baixada, Josilene Márcia de Oliveira, que apresentaram as rotinas de atendimento às famílias em suas respectivas unidades, como é feita a sistematização do trabalho e o material sociopedagógico produzido para apoiar a execução das ações de atenção às famílias. Ambas apresentaram cartilhas que a unidade socioeducativa distribui no primeiro contato presencial dos familiares com a equipe de atendimento do Degase.

    - Não dá para trabalhar com crianças e adolescentes sem realizar a escuta das famílias, precisamos incluí-las para que o nosso trabalho possa ser feito. Conversar, ouvir, mostrar a rotina da unidade e esclarecer as dúvidas das famílias desconstrói as fantasias que existem a respeito do Degase e diminui as resistências – disse a psicóloga Josilene.

    Algumas das ações apresentadas, que fazem parte do atendimento humanizado e estão sendo realizadas no Programa Piloto no Cense Dom Bosco são: a visita guiada para os familiares, assim que o adolescente chega na unidade; o Bazar Solidário, que doa roupas para as famílias que necessitam; distribuição de folders informativos; atendimento inicial individualizado com técnicos da pedagogia, assistência social, saúde mental e enfermagem; explicação das rotinas dos adolescentes aos pais, entre outros.

    Também participaram do evento representantes da Associação de Mães e Amigos da Criança e do Adolescente em Risco (AMAR) e da Casa Mãe Ilha/Assistência Religiosa.

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