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  • Adolescentes do Criaad Nova Friburgo visitam Museu Penitenciário

    05/02/2018

    Ascom Seap 

    O Museu Penitenciário da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), que completa um ano da nova sede, em parceria com a Diretoria de Cultura, Esporte e Lazer do Degase, iniciou as comemorações de aniversário com Projeto Vida no Cárcere, realizando uma visita guiada na tarde desta terça-feira, 30 de janeiro, a 10 adolescentes do Centro de Recursos Integrados de Atendimento ao Adolescente (Criaad) de Nova Friburgo . 

    Para ajudar a entender todo esse acervo de informações, os novos visitantes aprenderam como relacionar a história do Brasil com o surgimento das prisões, incluindo a chegada da Família Imperial em 1808 e a Cadeia Velha, além da construção da primeira casa de correção. 

    Para o diretor de Cultura, Esporte e Lazer do Degase, Alexander Martins, esse é um instrumento de reflexão. 

    - Esse passeio é importante, porque proporciona um conhecimento histórico muito rico e assim, eles podem refletir. 

    Além da exibição de um vídeo sobre o sistema penitenciário, os adolescentes participaram de uma palestra com Flavio de Oliveira Silva, que também já passou pelo Degase. 

    - Minha história é de superação. Eu comecei a mentir, passar por problemas familiares, usar drogas e o meu mundo foi mudando. Troquei coisas boas por péssimas amizades, mas hoje, tenho minha família, meu emprego e minha vida de volta. 

    Com 249 peças em exposição, mais de 1.200 em reserva técnica, 1.661 peças bibliográficas e mais de 2.600 visitas, o Museu busca preservar e expor registros históricos como o extinto presídio na Ilha Grande e do Complexo da Frei Caneca, além de arquivos de assinatura e documentos de presos políticos da época.

    O acervo também oferece fotos antigas do sistema prisional e toda a história do inspetor de segurança e administração penitenciária, incluindo as mudanças de nomes da profissão e seus uniformes. Para mostrar o universo das prisões com um pouco mais de detalhe, a exposição conta com materiais ilícitos apreendidos com visitantes e presos nas unidades prisionais, desde celulares a objetos utilizados para fuga.  

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