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  • Novo Degase realiza evento em comemoração ao Dia do Assistente Social

    30/05/2017

    Por Ascom Degase

    Na manhã da última quinta-feira (25/05), a Coordenação de Saúde e a Divisão de Serviço Social do Novo Degase realizaram no auditório da Escola de Gestão Socioeducativa Paulo Freire (ESGSE) um evento em comemoração ao Dia do Assistente Social, para homenagear estes profissionais e discutir o tema “Justiça Restaurativa: pensando as práticas restaurativas no Degase e a construção de novos paradigmas para a socioeducação”.

    A mesa de abertura foi composta por Janaína Abdalla, diretora da ESGSE; Christiane Zeitoune, Coordenadora de Saúde Integral e Reinserção Social do Novo Degase; Leila Mayworm, coordenadora da Divisão de Serviço Social e Vivian Gama, diretora da plataforma Mediação Brasil.

    - A assistência social é um dos alicerces da política da socioeducação, por isso, fico muito feliz em estarmos aqui hoje, homenageando e pensando nesta categoria de profissionais cujo olhar é fundamental para levantar propostas e implementar a justiça restaurativa dentro do contexto socioeducativo – pontuou a diretora da ESGSE.

    Na sequência, o palestrante Evandro Gomes de Macedo, mediador em justiça restaurativa, facilitador de círculos de construção de paz e servidor do Novo Degase, apresentou um histórico da justiça restaurativa no Brasil, explicando sua origem, seus valores e traçando um paralelo entre essa prática jurídica e a justiça tradicional.

    - A justiça restaurativa traz a oportunidade de discutir os rumos da socioeducação a partir de uma perspectiva mais humanizada – frisou Evandro.

    O evento seguiu com relatos de experiências nas práticas restaurativas e a proposta de trazer novos olhares sobre o tema. Estiveram presentes compartilhando suas vivências: Cristiane de Castro Melo, assistente social, analista judiciária do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e facilitadora de círculos de construção de paz; Alessandra Maletzki, psicóloga especializada em serviço social no campo jurídico e com formação em justiça restaurativa, constelações sistêmicas e nas Escolas de Perdão e Reconciliação (ES.PE.RE); Tânia Mara Menezes, pedagoga do Novo Degase, bacharel em direito e com formação em mediação de conflitos pela plataforma Mediação Brasil; Cláudia Melas Arouca, advogada, mediadora de conflitos e consteladora sistêmica e familiar; e Vivian Gama, diretora da plataforma Mediação Brasil.

    - É preciso vivenciar uma situação pessoal de restauração e práticas de mediação de conflitos na própria vida para então ser possível mediar essa prática na vida de outras pessoas – apontou a psicóloga Alessandra Maletzki, enquanto explicava sobre a oficina pessoal de vivência e os caminhos que cada um pode escolher em relação ao perdão e restauração de danos.

    Já a diretora da Mediação Brasil, Vivian Gama, fez uma breve apresentação da metodologia utilizada na plataforma, ressaltando que práticas sutilmente moralizantes não são permitidas: - A justiça restaurativa tem foco nos danos e nas consequentes necessidades das vítimas, da comunidade e no adolescente autor do ato infracional, dando voz a todas as partes – explicou.  

    A manhã comemorativa foi encerrada com a criação de um Grupo de Trabalho para implantação de novas metodologias no campo da mediação de conflitos e construção de saberes no Novo Degase, seguida de um momento de confraternização de todos os presentes. 

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