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  • TV Degase ganha o 2º lugar no V Prêmio Patrícia Acioli 2016

    08/11/2016

    Por Ascom

    Organizado pela Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj) e com as presenças do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, do jornalista Zuenir Ventura, do secretário da Casa Civil, Leonardo Espíndola, do deputado federal Alessandro Molon, entre outras importantes figuras do cenário jurídico nacional, o V Prêmio Patrícia Acioli foi mediado pela presidente da Amaerj, a juíza Renata Gil e teve participação especial do Novo Degase, na noite desta segunda-feira (07/11), no auditório do Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça, Centro do Rio.

    A TV Degase, que há sete anos ensina jovens que cumprem medidas socioeducativas as técnicas das câmeras, entrevistas para a TV, etc. recebeu o prêmio de segundo lugar na categoria Práticas Humanísticas das mãos dos filhos da juíza Patricia Acioli, morta em 2011, sendo apenas superado pelo projeto “Hotel da Loucura – Universidade Popular de Arte e Ciência”, de Vitor Alexandre Pordeus da Silva.

    Para o jornalista e escritor Zuenir Ventura, o prêmio é especial por lembrar da juíza Patrícia Acioli, além de consagrar a cidadania.

    - Esse é um prêmio importantíssimo, não só por se tratar de trabalhos jornalísticos, mas pela defesa da cidadania, tendo como símbolo a Patrícia Acioli, que é um exemplo para todos nós.

    Apresentado pela atriz Juliana Knust, o prêmio teve 169 trabalhos inscritos e mais uma categoria este ano: a de hors concours, dado ao juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos, Roberto Caldas. Na categoria Reportagens Jornalísticas, o prêmio ficou com Vinícius Sassine, do jornal O Globo, por “Recusas da FAB impedem transplantes de 153 órgãos”. Na de Trabalhos dos Magistrados, o vencedor foi “Amparando Filhos – Transformando Realidades com a Comunidade Solidária”, de Fernando Chacha de Rezende, do TJ de Goiás. Já na categoria Trabalhos Acadêmicos, o primeiro lugar ficou com “Queremos Manter a Juventude Viva: A Criação de um Aplicativo Contra a Violência Policial, de Andrea Meyer Medrado.

    Ao ser entrevistado por uma adolescente que participa da oficina da TV Degase, o diretor geral do Novo Degase, Alexandre Azevedo, lembrou da insistência do coordenador Eduardo Caon e de que vale a pena fazer o melhor pelos jovens que passam pelo sistema socioeducativo.

    - Mais um dia de reconhecimento desse projeto gestado pelo Caon. Reconhecimento de que vale a pena apostar em vocês (jovens internos) e de que cada sonho pode se tornar uma ação concreta. O Caon durante muito tempo sonhou sozinho em fazer essa ação. E mais do que nada: que a humanidade tem jeito, que todo ser humano vale a pena, que todo momento é único e que temos que fazer o máximo para que vocês tenham mais chances na vida.

    Para o coordenador da TV Degase, Eduardo Caon, o prêmio ficou de bom tamanho, pois acredita que ainda há mais a avançar.

    - Acho que o segundo lugar foi muito justo, temos coisas ainda a avançar, mas também sabemos, modéstia à parte, que ficamos na frente de cento e sessenta e tantos trabalhos que se inscreveram – diz Caon, que pretende ampliar o projeto da TV Degase, fazendo com que o jovem, ao sair do Degase possa criar sua própria empresa e assim fazer filmagens, dando sequência ao que aprendeu ali dentro.

    O evento contou também com a presença das meninas do Criaad Nilópolis e de jovens da Escola João Luiz Alves, unidade de internação masculina, que filmaram e entrevistaram durante a premiação.

     

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